segunda-feira, 5 de junho de 2017

O Brasil e o dilema do "menos pior"

O Brasil e o dilema do "menos pior" - acróstico de Anibal Tosetto

Acróstico de Anibal Tosetto:

O ufanismo aflorou com a Independência do

Brasil, enfatizando o nacionalismo e menos a
Racionalidade desejável às decisões políticas e
Administrativas do país. Logo, imediatismo e
Soluções improvisadas, em detrimento às ações
Institucionais planejadas e controles eficazes,
Levaram à ineficiência, desperdício e corrupção.

Enfim, o ufanismo deu lugar à baixa estima e,

O nacionalismo, torcidas unidas in the World Cups.

De eleição em eleição, eleitores descrentes ou
Induzidos a votar sem pesar as consequências e
Levados por vãs promessas, ou optando por
Escolher candidatos pelo critério “o menos pior”.
Mas, à cultura do “menos pior”, acrescente-se a
Asquerosa estratégia para conquistar o Poder:

Desestabilizar Instituições e sabotar os acertos para
Otimizar o destrutor princípio “Quanto pior, melhor”.

Maléfico? Sim. Uma nua e crua realidade.
Enquanto o conformismo falar mais alto, a
Nação escaldada e insegura errará mais uma vez:
Optar pelo “ruim com esse, mas capaz”, ou
Será preferível “um sucessor, igualmente corrupto”?

Pelo irrestrito respeito ao Estado de Direito e
Invocando-se imparcialidade à Justiça, ocorreria
O início do Ciclo Virtuoso tão sonhado, que
Raramente sinalizou ser possível? A Hora É Agora?

“A incessante busca pela Excelência aumenta as chances para o Ótimo Desempenho, condição para manutenção de uma Nação no Bom Caminho. A opção sempre pelo menos pior a levará à ruína.” – Anibal Tosetto

Veja também:

4 comentários:

  1. Publicidade
    AO PARAÍSO TABAJARA


    A nossa tradição em money laundering,
    Obstinação em desenvolver métodos plus,

    Praticidade das nossas Operações e
    As Relações Globalizada com agentes
    Religiosamente recompensados, garantem
    Aos nossos Clientes a Discrição e Segurança
    Ímpares e tão imprescindíveis nos dias de hoje,
    Sobretudo, em países focados em dirty hands.
    O nosso lema: “Ficha Limpa, um Direito de Todos”.

    Tratamento e Atendimento VIP em hotéis,
    Aviões, iates, sítios e até em gabinetes de
    Boa reputação e credibilidade. Caros Clientes,
    As Oportunidades e Grandes Negócios
    Jamais devem ser desprezadas!
    Agende uma reunião conosco. Será inesquecível!
    Rapidamente encontraremos a solucionática
    Adequada aos seus Objetivos Público-Privados.

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  2. O Lucrativo Loop “Por Fora” da Confraria Francesa¹ do É

    * Migué emprestou ao Mané, que aplicou em uma sociedade com Lulé e ganhou muito dinheiro.
    * Mané, por sua vez, emprestou ao Zé, que aplicou em uma sociedade com Lulé e ganhou muito dinheiro.
    * Zé, por sua vez, emprestou ao Lelé, que aplicou em uma sociedade com Lulé e ganhou muito dinheiro.
    * Lelé, por sua vez, emprestou ao Fefé, que aplicou em uma sociedade com Lulé e ganhou muito dinheiro.
    * Fefé, por sua vez, reembolsou ao Migué o mesmo valor que ele emprestara ao Mané.
    * Migué, finalmente, repassou o dinheiro recebido de Fefé para o Grande Patrono Lulé.

    Assim, sem impostos, nem correção monetária e juros sugando os frutos de suas atividades, Migué, Mané, Zé, Lelé e Fefé ficaram ricos e felizes. O Lulé sentiu tremendo bem-estar físico e paz na consciência por ter ajudado honoráveis companheiros e chefes de família. Graças a igual benevolência de Lulé com tantos outros importantes anônimos, ele conseguiu ser absolvido em todos os julgamentos e, porque não havia nenhuma prova que o incriminasse em qualquer falcatrua, pois as denúncias a partir de investigações e delações até de ingratos ex-companheiros eram só bla bla bla, sem nenhuma prova documental.


    Nota: ¹A palavra “Francesa” do título é uma alusão ao bordão “Só se for na França!”, do personagem Brasilino Roxo, interpretado pelo ator Bemvindo Sequeira, na Escolinha do Professor Raimundo.

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  3. PECADOS DA CAPITAL


    Políticos corruptos, existem? Sim.
    E outros espécimes corruptos, existem? Sim.
    Corrupção institucionalizada, existe? Sim.
    A combinação “PEC”, acima, é trágica? Sim.
    Destrói valores morais e éticos? Sim.
    Os prejuízos e sofrimentos, ao povo? Sim.
    Sorrisos e riquezas, aos corruptos? Sim.

    Do sonho de um santo à realidade atual? Sim.
    Aquela reflorida Esperança, debilitada? Sim.

    Corruptos flagrados, muitos? Sim.
    Absolvidos, embora corruptos, existem? Sim.
    Povo, à cada eleição, contemporiza? Sim.
    Impunidade e conveniências, campeiam? Sim.
    Tolerância à partidarização do Judiciário? Sim.
    A subordinação do Executivo aos Partidos? Sim.
    Legislativo apegado às causas próprias? Sim.


    Moral da história: Se, quem cala consente, então “esse povo” é cúmplice.

    Autor: AHT, 07/06/2017

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  4. A FABULOSA FARSA


    A falta de provas absolve. Mas, até os

    Fatos e provas em excesso podem sucumbir
    Aos álibis, aos astutos defensores e aos juízes.
    Bizu já era comentado há semanas - seria 4 x 3,
    Um resultado favorável pró “chapa”, com
    Leis e argumentos conforme necessidades e
    Obedecendo ao script: não dispensaria os
    Semblantes sérios, técnicas de abordagens e
    As trocas de farpas entre vaidosos. Tensão.

    Final encenado de fazer inveja a muitos filmes
    Abordando o tema Justiça & Julgamentos:
    Ralhos e indignação do Presidente da
    Silenciosa bancada levaram remorsos
    Ao Povo, ’eterno intransigente com a Justiça’.


    ”Moral da História”: Enquanto os broncos apelam para o Direito Achado Na Rua, os refinados encontram o Direito Em Boutiques De Conveniências. Ao povo, o dever de votar e a árdua missão de arcar com os prejuízos causados pelos broncos e refinados.

    ”Moral da estória conveniente para os broncos e refinados:👍👍👍 O Brasil é grande e capaz de resolver tudo por si mesmo. 😀😀😀 rsrsrs... kkkkk...”

    Autor: AHT, 10/06/2017

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